Genética
“... pode ser claramente compreendido que tais conceitos
como 'coincidência' e 'chance' não têm nada a ver com a existência de coisas
vivas.”
Dr. Harun Yahya
Lobos e Cães: Um Caso de Ancestral Comum
Evolucionistas concordam que os cães domésticos são
provenientes dos lobos, tendo esta transformação ocorrido poucos milhares de
anos atrás. Em essência, cães e lobos não são realmente muito diferentes, muito
embora os evolucionistas insistem em chamar esta variação de evolução.
Por questões de simplicidade, como exemplo, consideremos
o ancestral do tipo cão/lobo como tendo a informação genética para produzir uma
grande variedade de comprimento de pelos.
Consideremos a carga genética desse ancestral possuindo
duas formas especificas. Uma forma do gene teria a instrução para pelos longos
(L) e a outra para pelos curtos (C). Portanto o ancestral seria do tipo LC.
Como exemplo podemos fazer a seguinte tabela, onde cada par de letras
corresponde ao material genético de um animal.
Casal original: LC LC
Filhotes: CC LC LL L
Os filhotes com gene da forma CC teriam pelos curtos, LC
teriam pelos médios e LL teriam pelos longos.
Consideremos uma mudança climática brusca, o que
resultaria num clima mais frio. Somente aqueles com pelos longos (LL) sobreviveriam,
passando essa característica para a próxima geração. Teríamos agora uma
variedade de pelos longos.
Seis fatos importantes sobre os descendentes do casal
original (LC-LC) podem ser extraídos dessas considerações.
1.Eles estariam agora adaptados ao meio ambiente.
2.Eles estariam agora mais especializados que os seus
ancestrais
3.Isto teria ocorrido através da seleção natural
4.Não houve acréscimo de material genético
5.Houve perda de informação genética dentro da nova
população
6.Eles estarão menos capacitados para uma adaptação
futura decorrente de mudanças ambientais.
Estas considerações apresentadas aqui receberam o apoio
de experimentos científicos.
Em Berlin, um lobo (fêmea) e um poodle (macho)
acasalaram. Os filhotes se pareciam muito uns com os outros, demonstrando a
combinação da informação genética dos pais e nada mais.
Os filhotes dos filhotes eram muito diferentes uns dos
outros: um era muito parecido com a lobo (fêmea) original, tendo inclusive a
aparência e os mesmos instintos. Já um outro tinha a aparência de poodle. Os
demais mantiveram a mistura da carga genética original.
O experimento provou que:
1.Lobos e poodles são da mesma espécie biológica.
2.A primeira geração de filhotes possuía uma variedade
genética suficiente para produzir uma grande variedade de descendentes.
3.Seria perfeitamente possível a criação de um tipo
básico do qual cães, lobos, hienas e coiotes seriam possíveis variações.
É importante observarmos aqui que uma característica
muito peculiar dos poodles, o pelo longo, é resultante da perda de informação
por meio de uma mutação – perda esta da habilidade de perder pelos com o
tamanho certo.
Um outro experimento foi feito por um grupo na Rússia.
Um grupo de pesquisadores cruzou um husky com um chacal,
produzindo o “jacksy”.
Este animal tem a vantagem de ter a parte domesticada que
vem do husky com o faro altamente sensível do chacal, muito além de qualquer
cão doméstico. O “jacksy” tornou-se o derradeiro cão varejador de drogas.
Novamente vemos que o processo que produziu o husky do
seu ancestral canídeo produziu uma perda de informação genética, a saber, uma
redução na sensibilidade do olfato.
Estes exemplos mostram que a proposta de um ancestral
criado com uma carga genética completa é perfeitamente plausível do ponto de
vista científico. Tal carga genética inicial produziria uma variedade de
descendentes, nos quais a seleção natural atuaria preservando as
características genéticas já existentes que melhor favorecessem a preservação
dos indivíduos daquele grupo.
É importante salientar que em todos esses experimentos
não se observou o aparecimento de novo material genético (o que provaria a
teoria da evolução). Portanto, chamar o processo observável da variação de uma
carga genética como sendo evolução é um erro grosseiro de terminologia.
Evolução significa aprimoramento genético e não variação
do material genético já existente por meio de recombinação.
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