Teologias da Riquezas e da Pobreza
Duas teologias:
1° Teologia da pobreza
A primeira
teologia relaciona ser Cristão e agradar a Deus com ser pobre.
Deus Pobreza x Diabo Riqueza
DEUS quer
que você renuncie tudo que é material, dê tudo a Ele e aos outros. Então você
será realmente um cristão. A vontade de Deus é que seja pobre, ele vai suprir
para você a cada dia. Rejeite a riqueza e preocupe-se com as coisas espirituais.
Você deve buscar o reino de Deus em primeiro lugar. O dinheiro é um laço e atrapalha.
Os ricos vivem para cuidar do dinheiro e se preocupam com as coisas dessa vida,
e não frutos para Deus. A riqueza é algo relacionado ao mundo, ao pecado e ao diabo.
Quem tem dinheiro sempre quer ter mais e fica escravo dele.
Alguns versículos que sustentam esse pensamento:
Lucas 14 33 Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a
tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.
Lucas 18 22 E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te
falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um
tesouro no céu; vem, e segue-me.
23 Mas,
ouvindo ele isto, ficou muito triste, porque era muito rico.
Lucas 18 24 E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão
dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!
25 Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha
do que entrar um rico no reino de Deus.
2° Teologia Da Riqueza
A segunda
teologia identifica Deus como prosperidade e riqueza e o diabo com a pobreza e
a miséria
Deus Riqueza x Diabo Pobreza
Se você é um
verdadeiro cristão e obedece a todos os princípios, então você será certamente rico.
A vontade de Deus é que você seja rico, porque a riqueza é um direito seu, a
recompensa dos justos. Deus é quem dá poder para você adquirir riquezas.
Quem obedece
a Deus será rico, você deve crer, porque o nosso Deus não é de miséria. OS
homens de Deus eram prósperos. Quem tem dinheiro pode ajudar os outros. O diabo
vêm para matar roubar e destruir.
Alguns versículos que
sustentam esse pensamento:
Salmo 35 .27 Bradem de júbilo e se alegrem os que desejam
a minha justificação, e digam a minha justificação, e digam continuamente: Seja
engrandecido o Senhor, que se deleita na prosperidade do seu servo.
Deuteronômio
8.18 Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para
adquirires riquezas; a fim de confirmar o seu pacto, que jurou a teus pais,
como hoje se vê.
Lucas 16 9 Eu vos digo ainda: Granjeai amigos
por meio das riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos
recebam eles nos tabernáculos eternos.
3° Dois Lados De Uma Mesma Visão
As duas
ideias sobre dinheiro e prosperidade mostradas anteriormente, embora pareçam
contraditórias representam uma mesma visão meramente do ponto de vista humano.
Os dois
casos são abordados sob a perspectiva do homem e não a Deus.
O fato de
optar por uma ou por outra teologia é uma questão do que é mais conveniente a
CADA UM.
O
problema não está com os versículos da bíblia. Os versículos estão corretos e
não se contradizem. O que está errado é sua aplicação. Cada uma das teologias
cita apenas os versículos que sustentam seu pensamento
Deus, Entretanto, Raciocina Num Nível Mais Elevado.
ISAÍAS 55
8 Porque os meus pensamentos não são os vossos
pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.
9 Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra,
assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus
pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos
O grande
problema das teologias anteriores é que elas se baseiam se na mesma premissa:
O homem é
dono, aquele que possui ou não possui
4° A Visão Bíblica De Prosperidade
A
Parábola dos dez talentos
Consideremos
a parábola em Mateus 25-14;30
Para
entendermos a visão bíblica da prosperidade
14 Porque é assim como um homem que, ausentando-se do país,
chamou os seus servos e lhes entregou os seus bens:
15 a um deu cinco talentos, a outro dois, e a outro um, a
cada um segundo a sua capacidade; e seguiu viagem.
16 O que recebera cinco talentos foi imediatamente negociar
com eles, e ganhou outros cinco;
17 da mesma sorte, o que recebera dois ganhou outros dois;
18 mas o que recebera um foi e cavou na terra e escondeu o
dinheiro do seu senhor.
19 Ora, depois de muito tempo veio o senhor daqueles
servos, e fez contas com eles.
20 Então chegando o que recebera cinco talentos,
apresentou-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco
talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.
21 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel;
sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu
senhor.
22 Chegando também o que recebera dois talentos, disse:
Senhor, entregaste-me dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.
23 Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel;
sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24 Chegando por fim o que recebera um talento, disse:
Senhor, eu te conhecia, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste, e
recolhes onde não joeiraste;
25 e, atemorizado, fui esconder na terra o teu talento; eis
aqui tens o que é teu.
26 Ao que lhe respondeu o seu senhor: Servo mau e
preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei, e recolho onde não joeirei?
27 Devias então entregar o meu dinheiro aos banqueiros e,
vindo eu, tê-lo-ia recebido com juros.
28 Tirai-lhe, pois, o talento e dai ao que tem os dez
talentos.
29 Porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em
abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem ser-lhe-á tirado.
30 E lançai o servo inútil nas trevas exteriores; ali
haverá choro e ranger de dentes.
Jesus ao contar essa parábola
ensinado que
A - Ele
conhece a cada um, sabe as limitações, os pontos fortes e os pontos fracos. Ele
distribui seus dons e riquezas como lhe apraz, cada um segundo os seus propósitos.
ELE nos conhece ele sabe o que estamos preparados para receber e administrar.
B - muitos
reclamam do que tem, e esperam para dar o seu melhor somente quando surgir uma
boa oportunidade! porém se você não for fiel agora no pouco, quem lhe dará uma
oportunidade no muito.
C - Deus
espera que cada um multiplique o que recebeu. Vemos que o Senhor não esperou
apenas fidelidade, mas também observou o resultado do trabalho dos seus servos.
Alguns multiplicaram mais
Outros multiplicaram menos
Outros não multiplicaram nada
Aqueles que
multiplicaram, independente da quantia a todos Deus deu o galardão de bom servo
e fiel
Porém, quem
não multiplicou nada, nem com o mínimo esforço de colocar no banco, não recebeu
recompensa e nem outra oportunidade
“O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu
coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más.” MATEUS 12.35
Parábola dos dez servos e das dez minas
5 E aconteceu que, voltando ele, depois de ter
tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos, a quem tinha dado o
dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando.
16 E veio
o primeiro, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu dez minas.
17 E ele
lhe disse: Bem está, servo bom, porque no mínimo foste fiel, sobre dez cidades
terás autoridade.
18 E veio
o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco minas.
19 E a
este disse também: Sê tu também sobre cinco cidades.
20 E veio
outro, dizendo: Senhor, aqui está a tua mina, que guardei num lenço;
21 Porque tive medo de ti, que és homem rigoroso, que tomas o que
não puseste, e segas o que não semeaste.
22 Porém, ele lhe disse: Mau servo, pela tua boca te julgarei.
Sabias que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus, e sego o que não
semeei;
23 Por que não puseste, pois, o meu dinheiro no banco, para que
eu, vindo, o exigisse com os juros?
24 E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao
que tem dez minas.
25 (E disseram-lhe eles: Senhor, ele tem dez minas.)
26 Pois eu vos digo que a qualquer que tiver ser-lhe-á dado, mas
ao que não tiver, até o que tem lhe será tirado.
27 E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse
sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim.
Nesta parábola, vemos que o Senhor recompensou seus servos, o Senhor fez
proporcionalmente, com sabedoria.
No texto de
Lucas 19, ele deu 10 cidades para o que multiplicou 10 vezes o dinheiro e 5
cidades para o que multiplicou 5 vezes.
Ele deu mais
responsabilidade ao que mostrou mais capacidade
Ao tirar a mina do que tinha um e dá-la ao que tinha dez, ele ao mesmo
tempo reconheceu a fidelidade e deu mais responsabilidade a quem sabia
administrar melhor. Se a desse ao que tinha cinco, ele estaria pressionando
aquele servo, dando mais do que ele seria capaz de cuidar.
Isso nos
motiva a querer desenvolver cada vez mais nossos talentos, e servir cada vez mais,
com fidelidade, a este SENHOR MARAVILHOSO.
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