Depressão


Depressão

DEPRESSÃO

I.  Introdução— Descrição de depressão feita por uma aconselhada deprimida (uma mulher cristã de 53 anos, casada há 23 anos, mãe de três filhos)

Depressão é como um inferno particular, desconhecido de todos os demais menos você, o Senhor e Satanás, se ele for parte disso. É um sofrimento grande – a coisa mais devastadora que já passei. Ela faz com que você se sinta incapaz e sem esperança.  A dor é às vezes inacreditável e, a não ser pela graça de Deus, insuportável. Ela não desaparece apenas com o passar do tempo.  É uma luta real e muitas vezes você não quer mais lutar. A depressão cansa e quase tudo o que você faz requer um tremendo esforço – até levantar da cama certos dias.

A depressão rouba a sua energia, felicidade, contentamento, capacidade de pensar etc. Ela deixa você desnorteada, confusa, triste, irada, algumas vezes, ressentida, outras vezes chorosa, ansiosa, nervosa, com nó no estômago.  Ela afeta fisicamente (eu perdi 8 quilos e tive uma erupção de pele terrível durante quase três anos). Ela afeta a mente – você não consegue pensar em outra coisa a não ser o quanto você se sente mal e que desastre é a sua vida. Ela afeta a vida espiritual. Algumas vezes eu quase perdi a certeza de que era cristã. Eu me sentia esquecida e abandonada por Deus. É difícil orar e às vezes parece que a oração não passa do teto.

Na depressão, um pensamento triste leva a outro e em poucos momentos você está mergulhada no desespero.  Ao lado dos pensamentos dolorosos está o choro – é um hábito difícil de quebrar.  Chorar não alivia a dor.  Na verdade, piora a situação e o resultado é um desespero maior. Oh Deus, estou tão mal!  Já ouvi contar de pessoas que morreram de tristeza, mas isso é pior. Eu estou vivendo na tristeza. Estou tão sozinha – por favor, Deus, por favor, me deixe morrer. Eu não sou nada do que pensei que fosse. Quando pensei que fosse uma boa esposa, meu marido precisou de outra pessoa para se divertir – uma criatura realmente interessante. Fiquei ferida e ele não ligou nem um pouco.

Aconteceu justo quando eu estava tão segura com o nosso casamento e achava que o nosso relacionamento era ótimo – de repente, foi como se eu fosse ninguém e agora estou convencida de que sou apenas uma esposa e avó tediosa, em nada atraente. Como pude pensar de maneira tão elevada a meu respeito?  O que mais me deixa confusa é que durante todo o tempo eu pensei que estivesse tentando ser uma esposa submissa de acordo com a Bíblia. Eu fui submissa como o Senhor me disse para ser e em lugar de lucro veio um prejuízo.

Eu não podia ser uma rival para uma pessoa interessante do mundo. Como pertenço ao Senhor, eu não podia competir com falsidade. Eu não podia fazer nada mesmo – ele tinha uma atitude tão diferente para com ela, como não tinha tido com ninguém mais além de mim.  Eu não acredito que ele me ame. Não sei mais no que acreditar. Ele conseguiu me convencer plenamente de que nem eu nem o nosso relacionamento somos prioridade para ele.

Meu coração está pesado quase todo o tempo e eu esqueci o que significa estar feliz e contente.  Sei que não devemos pergunta “por que”, mas eu queria ter morrido em 1960, quando eu morri de qualquer jeito. Os vinte anos seguintes não valeram os últimos três anos de sofrimento.  Sei que devemos colocar toda a nossa confiança e fé no Senhor, mas certamente devemos confiar no nosso cônjuge também – isso é parte de amar.  1 Coríntios 13:7 diz que o amor tudo crê.

Eu acho que acreditei demais.  Eu confiei demais no homem.  Nunca mais vou fazer isso. Penso que também nunca mais vou amar completamente. Não posso, pois tenho tanto medo.  Por favor, ajude-me.




II. Identificando a depressão

A.  Definição
1.  Um estado de ânimo debilitado (fraco), um sentimento ou ar de desespero que se torna razão para que a pessoa deixe de lado as questões importantes da vida.

2.  É diferente de abatimento
a. Na depressão, a pessoa cessa de funcionar.
b. No abatimento, a pessoa vai adiante.

3.  Um termo contemporâneo

B.  Descrição
1.  Questionário de dados pessoais — como o deprimido descreve a si mesmo
a. Melancólico, desanimado, sério, tímido, introvertido, agradável, quieto, consciente de si mesmo, solitário, sensível
b. Nervoso, impaciente, impulsivo, irritável, criativo

2.  Dados não-verbais—o que você observa no deprimido
a. Ar de desespero
b. Pode chorar facilmente, suspirar, parecer abatido, sentar-se imóvel
c. Músculos faciais caídos, aparência descuidada
d. Raramente sorri
e. Abatimento físico

3.  Queixas ou dados verbais —as informações dadas pelo aconselhado em conversa com
Você
a. Frequentemente cansado, não dorme bem ou dorme muito, vai para a cama
Cansado e levanta cansado.
b. O tempo nunca é suficiente para fazer o que precisa.
c.  Sente-se doente além do normal, dores nas costas, dores de cabeça.
d. Perda do apetite; ocasionalmente pode comer demais.
e.  Atividade sexual indevida ou masturbação frequente.
f.  Fala sobre os problemas, mas não age.
g. Espiritualmente paralisado


4.  Considerações gerais
a. As pessoas deprimidas são geralmente passivas para com Deus.
b. A fadiga aumenta com a preocupação por causa de tarefas inacabadas, falta de sono, excesso de comida, regime, drogas, preocupação com o trabalho etc.


III. Por que uma pessoa fica deprimida? O desenvolvimento da depressão

A.  Teorias seculares
1.  Escola psicanalítica
a. Ira e ressentimento guardados
b. Perda do objeto
c. Perda da autoestima

2.  Escola comportamentalista
a.  Incapacidade aprendida
b.  Falta de reforço positivo apropriado

3.  Escola cognitiva:  maneira errada e disfuncional de ver a si mesmo, o mundo ao seu redor e o futuro; a pessoa fica deprimida porque processa a informação de modo não correto: inferência arbitrária, abstração seletiva, generalização, ampliação, minimização, personalização, e pensamento dicotômico ou absoluto.
4.  Escola sociológica:  perda do seu papel e status, prestígio, poder, identidade
5.  Escola existencialista:  perda do significado existencial
6.  Escolas biológicas:
a.  Herança genética
b.  Desequilíbrio químico: anormalidade no metabolismo
c.  Funcionamento indevido dos neurotransmissores: mudanças na química cerebral
d.  Doenças (pode existir uma doença de que a pessoa não está ciente ou ela pode saber da doença mas não estar ciente da ligação com a depressão – diabetes, epilepsia, anemia perniciosa, infecções virais, câncer, artrite reumatoide etc.)
e.  Deficiência de vitaminas ou minerais
f.  Reação a medicamentos (certos anticoncepcionais, esteroides etc.)
B.  Perspectiva bíblica
1.  Uma perspectiva bíblica panorâmica
a. A depressão acontece em consequência da queda (Gn 3ss; Rm 5:12–21).

b.  A depressão é a única conclusão lógica, racional e coerente de uma vida sem Deus (Ef 2:11,12; Tt 1:2; 1 Tm 1:2; Rm 15:4,13).

c.  O livramento da depressão, que é um dos efeitos da queda, é possível pela obra redentora de Cristo (incluindo justificação e santificação) e pela obra do Espírito Santo em nós.

d.  Um livramento prático da depressão e de vários outros efeitos da queda não é resultado automático da regeneração e redenção (Fp 2:12,13; Gl. 5:22,23; 1 Co 3:16; Fp 2:5; 2 Co 4:16–18; Hb 12:1,2; Tg 1:2–5).

e.  A depressão é uma possibilidade mesmo na vida do crente porque ele ainda:
(1)  Luta com o pecado em sua vida
(2)  Não se despojou completamente do velho homem e seu estilo de vida e práticas e revestiu-se do novo homem que se renova em verdadeira justiça e santidade.
(3)  É tentado por pessoas e situações difíceis
(4)  Vê através de uma lente turva e conhece apenas em parte
(5)  Luta contra o mundo, a carne e Satanás (Rm 12:2; Ef 6:10–18; Gl 5:16; 1 Pe 2:12)

f. Os crentes terão finalmente um livramento completo e ininterrupto da depressão e todos os demais efeitos da queda (Ap 21,22; Sl 16)

2.  Exemplos bíblicos específicos
a.  Caim (Gn. 4:1–14)
(1)  Os fatos
(a)  A oferta de Caim—vv. 3–4
(b)  A rejeição de Deus—v. 5
(c)  A resposta de Caim—v. 5
(i)  Ira, semblante descaído
(ii)  Não houve arrependimento nem sinal de remorso pelo pecado
(d)  O conselho de Deus (muito importante) —vv. 6–7
(i)  Por que você está abatido, desanimado?
(ii) “Se você fizer o que é certo, será aceito.”
(iii) “O pecado jaz à porta.”

(e)  O assassinato cometido por Caim—v. 8
(i)  O pecado terrível de matar o próprio irmão
(ii)  Cf. 1 João 3:11–12

(f) A intervenção de Deus—v. 9

(g)  A atitude desafiadora de Caim—v. 9
“Sou o guardião de meu irmão?”

(h)  O castigo de Deus—vv. 11–12

(i)  A depressão de Caim
(i)  Ira raiva amargura assassinato desculpas “mais do que posso suportar”
(ii)  Não posso suportar esse castigo.  (“O Senhor está sendo muito duro comigo”)
(iii) “Todos vão querer me pegar.”

b.  Elias (1 Re 19)

c.  O Salmista (Sl 42, 43)

d.  Jonas (Jn 4)

e.  Jó

f.  Davi (Sl 32,38)

g.  Paulo (2 Co 4)


3.  Conclusões

a.  A depressão resulta de não responder biblicamente quando se está ciente de um pecado pessoal.
b.  A depressão resulta do fracasso em alcançar certos alvos que são julgados altamente desejáveis e necessários para dar um senso de valor e felicidade à vida.
c.  A depressão resulta de pensamentos não bíblicos.
c.  A depressão resulta de respostas ou reações não-bíblicas a circunstâncias difíceis e desagradáveis.
d.  A depressão pode ser favorecida pela exaustão física e/ou doença.

C.  Os componentes biológicos e físicos no desenvolvimento da depressão pode ser indicados por um dos seguintes fatores:
1.  Diminuição considerável da capacidade mental
2.  Começo rápido (uma depressão grave aparece de repente sem nenhuma ocorrência anterior) ou extremamente lento (mudanças quase imperceptíveis)
3.  O desenvolvimento da depressão não está relacionado a nenhum evento traumático significativo nem à violação flagrante de padrões pessoais / bíblicos.
4.  Emoções que flutuam rapidamente
5.  Histórico de ser uma pessoa relativamente segura, estável, confiante, bem ajustada, realista
6.  Nenhum histórico de ser uma pessoa voltada a culpar outros e se desculpar
7.  As queixas somáticas são poucas, mas específicas e de natureza contínua
8.  Nenhum histórico de queixas somáticas irreais
9.  Alucinações
10.  Idade avançada
12.  Vida de acordo com princípios bíblicos buscando sinceramente ser piedoso
13.  Uso de medicamentos, com ou sem receita médica, ou de drogas ilegais que têm um efeito colateral depressivo.

IV. O assim chamado maníaco-depressivo (bipolar): comportamento estranho que vai do entusiasmo extremo ao abatimento extremo

A.  Um comportamento bizarro é usado com frequência como camuflagem para despistar outras pessoas.

SINTOMAS MANÍACO/DEPRESSIVOS
MANÍACO
DEPRESSIVO
Manifestações emocionais
Entusiasmado
Alegria elevada
Prazer consigo mesmo
Envolvimento elevado
Senso de humor elevado
Deprimido
Perda de alegria
Aborrecimento consigo mesmo
Perda do envolvimento
Perda do humor
Manifestações cognitivas
Autoimagem inflada
Expectativas positivas
Culpa outros
Negação de problemas e erros pessoais
Decisões arbitrárias
Ilusões: prestígio, autoproteção
Autoimagem negativa
Expectativas negativas
Culpa si mesmo
Ampliação dos problemas
Indeciso
Ilusões: auto degradação
Manifestações motivacionais
Compulsivo
Orientado para a ação
Anseia por independência
Desejo de autoproteção, grandiosidade
Sem motivação
Orientado para a fuga
Excessivamente dependente
Desejo de morte
Manifestações físicas
Hiperatividade
Incansável
Apetite variável
Interesse sexual elevado
Insônia
Retardamento
Fatiga
Perda do apetite
Perda do interesse sexual
Insônia ou sono excessivo


B. Soluções pecaminosas são usadas frequentemente pelo deprimido na tentativa de   recuperar-se da depressão.

1.  Entusiasmo como correção excessiva (reação)
2.  Entusiasmo como solução
3.  Entusiasmo como negação
4.  Entusiasmo como um dos lados do estilo de vida pendular.


V.  Dissecando o problema

A.  Alguns fatos:
1.  O deprimido torna-se inerte diante dos problemas prioritários
2.  Somente fala sobre o problema; nunca faz algo para resolver.
a.  Provérbios 10:19
b.  Atos 20:20
3.  Orientado por sentimentos—contraste 1 Co 9:27
4.  Minha situação é única—1 Co 10:13

B.  Problemas apresentados
1.  O entendimento do problema
2.  Exemplo— “Estou quase sempre cansada.  Choro muito.  Estou nervos.  Não consigo fazer nada.  Meu marido não me compreende e grita comigo.”
3.  Observação—Essa informação é fornecida pelo aconselhado como causa do problema, mas o conselheiro precisa ver isso como efeito e não causa.
4.  Provérbios 20:5

C.  Problemas de desempenho
1.  Identificar pensamentos e ações por trás dos sentimentos.
2.  Exemplo— “Eu parei de trabalhar.  A roupa está toda para passar.  Os pratos sujos estão na pia.  Não estou mais cozinhando.  Meu marido está gritando comigo.”
3.  Observação—Parte da causa da depressão é que o desempenho parou de ser adequado e, consequentemente, os sentimentos não estão adequados.
4.  Identificar vontades, desejos, ídolos.

D.  Aspectos habituais
1.  Há quanto tempo o problema vem acontecendo?  Quais hábitos se formaram?
2.  Exemplo— “Eu comecei a relaxar no trabalho de casa há três anos.”  Desanimada com seu casamento, ela cultivou o hábito de olhar para seu trabalho e dizer “Eu não estou com vontade de fazer isso”.  Agora ela apenas fala dos problemas.

VI. Como não tratar uma pessoa deprimida

A.  Dar somente apoio = Deus não tem respostas

B.  Minimizar os pensamentos de hostilidade e culpa = o conselheiro não entende

C.  Observação:  Tanto A como B deixam de tratar o aconselhado como responsável perante Deus. Consequentemente, removem a esperança. Quando a esperança se vai, a depressão evolui para desespero e, então, para o suicídio.


VII. Ajudando o deprimido

A.  Colha informações abundantemente.
1. Para conhecer o problema

2. Para estabelecer envolvimento

3. Use um diário

4. Certifique de que houve um check-up médico recente.

B.  Explique a dinâmica da depressão e a “espiral descendente”.
1.  Estude as vidas de Caim, Saul e Elias
2.  Dê muita esperança.
a.  1 Coríntios 10:13; 2 Pedro 1:3
b.  Durante algum tempo, o aconselhado se firmará na esperança recebida.

C.  Substitua hábitos antigos por hábitos bíblicos.
1.  Desejos (motivações)

2.        Pensamentos
a.  Eu não posso—Você precisa aprender como fazer.
b.  Não sou bom—Você tem a justice de Cristo.
c.   Estou sozinho—Sim, mas você é quem escolhe a solidão.
d.  “Sou gago” —Ex 4:10–12

3.        Ações—Faça o deprimido mover-se física e espiritualmente.
D.  Reverta a espiral
1.  Desejos apropriados (motivações)

2.  Pensamentos apropriados
a.  Romanos 6:11
b.  1 Coríntios 6:9–11

3.   Confissão, lidando com ídolos
O que você deseja tanto que agradar a Deus em determinada área perde a importância?

4.  Ações apropriadas, a despeito dos sentimentos
a.  João 13:17
b.  Tiago 1:25
c.  Lucas 9:23

5.  Peça que outras pessoas o encorajem e apontem suas desculpas para não fazer o que
Deve.

6.  Se você deixar de fazer o que deve, não conceda a si mesmo privilégios (TV, visitas, etc.) até estar em dia com seus deveres

7.  Encontre um vizinho ou amigo que possa trabalhar com você.

8.  Evite deliberadamente sonhar de olhos abertos, tempo perdido diante da TV e mergulhos na autocomiseração.

9.  Dedique-se a lidar com a causa real do desânimo e aja corretamente.
a.  Defina o problema
b.  O que a Bíblia manda fazer?
c.  Quando, onde, como vou começar?
d.  Qual é o meu plano para terminar?

E.  Ideias para ministrar ao deprimido de maneira holística.
1.  Aspecto físico
a.  Recomende atividades e exercícios apropriados
b.  Nutrição:  verifique a dieta; dê orientações, conte com a ajuda de um nutricionista
c.  Sono:  regularidade; exercícios de relaxamento, exercícios de respiração, orientação sobre problemas do sono
d.  Conselho / orientação sobre substâncias que podem estimular ou deprimir como café, chá, chocolate, certos medicamentos etc.
e.  Busque a ajuda de um medico para as questões orgânicas


2.  Aspecto teológico
a.  Leitura de capítulos de Depressão Espiritual (Martin Lloyd Jones)
b.  O Conhecimento de Deus (J.I. Packer)
c.  Estudo de livros da Bíblia ou estudos bíblicos tópicos sobre a graça de Deus, amor, fidelidade com aplicação pessoal. (Usar livros, de estudo dirigido, usar uma concordância ou material preparado pelo conselheiro)

3.  Aspecto cognitivo
a. Registro de pensamentos
b. Gravações sobre depressão, ira, estresse, medo, ansiedade, solidão, decisões, contentamento, como fortalecer sua fé, oração, esperança etc.
c. Artigos selecionados
d. Capítulos selecionados de Depressão Espiritual (Martin Lloyd Jones)
e.. Lista de pensamentos baseados em Filipenses 4:8
i. Cartões
j. Tempo devocional de leitura, memorização e meditação nas Escrituras

4.  Aspecto comportamental
a.  Planejar uma agenda semanal e empenhar-se para cumpri-la
b. Atribuir nota ao seu desempenho
c.  Listar tarefas a fazer
d.  Listar suas responsabilidades
e.  Registras as coisas proveitosas que fez
f.  Ensaiar a execução de tarefas durante o aconselhamento
g.  Estudos em Provérbios sobre comportamento, trabalho etc.

5.  Aspecto emocional
a.  Diário de avaliação do estado de ânimo
c.  Diário de pensamentos e sentimentos
d.  Expressão apropriada de emoções, no momento apropriado
e.  Tarefas sobre diferentes emoções
f.  Lista “Diversão e Prazer”
g.  Cada dia, fazer pelo menos duas coisas da lista “Diversão e Prazer” e avaliar o prazer numa escala 0–10
h.  Gravações
i.  Lista de louvor
j.  Capítulos selecionados de Depressão Espiritual (Martin Lloyd Jones)
k.  Derrotando o Desespero e a Depressão (Matida Nortveldt)
l.  Estudos bíblicos sobre emoções

6.  Aspecto social
a.  Tarefas práticas apropriadas
b.  Gravações sobre relacionamentos interpessoais
c.  Estudo sobre “uns aos outros”
e.  Estudo sobre relacionamentos interpessoais em Provérbios
f.  Estudo bíblico sobre comunhão e amizade
g.  Treinamento em habilidade nos relacionamentos interpessoais, quando necessário
h.  Registro diário dos relacionamentos significativos

7.  Aspecto motivacional
a.  Liste os benefícios que resultarão de uma mudança e as desvantagens que resultam de não mudar; liste razões bíblicas pelas quais você pode mudar.
b.  Estudo bíblicos sobre os recursos que temos em Cristo
c.  Estudo bíblico sobre as promessas de Deus
d.  Estudo bíblico sobre esperança
e.  Estudo bíblico sobre o propósito de Deus para nossa vida
f.  Estudo bíblico sobre o propósito do sofrimento e das provações
g.  Escreva um compromisso de perseverança no trabalho de mudança

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